Para definires o amor
Obsolescência não é o bastante
Obsolescência não é o bastante
Ou teres imagens tão belas e extremamente puras
Com magnífica concisão pela pessoa amada
Enquanto brinques, vá ao parque
Divirta-se com relacionamentos redundantes
Esta pessoa por ti espera
Para lhe oferecer uma uma flor encontrada em meio de seu caminho
Uma rosa vermelha, ardente
Mas que por um acaso, uma distração de sua amada
Não lhe deu sequer um leve acalanto
À aquela rosa que lhe fora entregue
E o rapaz chorando aos prantos
Lhe fora consolado por uma belíssima moça
Moça esta descomprometida, elegante e aparentemente séria
Se mostrou bastante extrovertida, perante a situação estérica
Que passava o coração de nosso rapaz
Este belo homem se ergueu, equiparando vossos tamanhos de grandezas
Mas nitidamente abalado, mostrou a face de suas fraquezas
E num leve perfume, com aroma doce, desta bela perfumada mulher
O rapaz desmaiou-se, conseguiu por um instante
Esquecer-se de sua amada
O que lhe fez refletir
Se valia a pena tal sofrimento
Ocultar o que sinta por dentro
Por uma alusão de preenchimento de um espaço enorme
Que carece de ocupação dentro de seu próprio peito
E antes que o fim dessa história a público se torne
Encerrarei por respeito
Ninguém saberá a escolha de nosso rapaz
Mas o predominante no sentindo desta história
É que por amor ele sofrerás
Estamos incapacitados de desvendar este fim
Mas adianto-lhes
Que a antiga moça por quem nosso rapaz corria
Passou a lhe notar por modos e maneiras diferentes
Como um feitiço produzido por um feiticeiro
Se queres ter um amor verdadeiro
Mostre a este amor
Que viverás bem sem o próprio
Que suportarás esta dor
Com uma leve dose de imbróglio
Perdoarás a quem for
Mas não tolerás mais
Quem desta dor sorrires
Tendo acabado de despertar-se para o mundo
Através de um modesto conversor
Que convertes-te para a agilidade eloquente
De acabares com a fragilidade
De um pobre e fraco
Coração carente!
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